Carson Ellis
Carson Ellis como a própria diz, já fez de tudo. Trabalhou numa carrinha de cachorros, como baby-sitter, empregada de bar, modelo para artistas entre outras coisas. Agora, é ilustradora a tempo inteiro. Faz ilustrações para bandas, como os The Decemberist, livros infantis e também dá workshops para jovens artistas em Portland. Visita o seu site aqui,tem muito mais para descobrires!
Mary Blair
Comemora-se hoje o 100ºaniversário de Mary Blair. Ilustradora norte-americana, trabalhou para a Disney em filmes como Alice no País das Maravilhas, Peter Pan e Cinderella. Criou personagens para atrações da Disneyland e ilustrou para livros infantis e publicidade. Se visitares a página do Google de hoje poderás ver a homenagem feita a Mary Blair!
Desenhos preparatórios – Alice no País das Maravilhas
Desenhos preparatórios – Peter Pan
Icinori
John James Audubon
Estados Unidos, 1785-1851
Para comemorar o regresso das férias, celebramos aqui no blogue do João os 226 anos do Sr.Audubon. John James Audubon foi um cientista e ilustrador norte-americano que se especializou no desenho de aves. O seu livro mais conhecido é o “Aves da América” – Birds of America – onde utilizou modelos da Natureza, em vez de retratar animais expostos em museus de História Natural.
Tove Jansson
Suécia, 1914-2001
Tove Jansson foi uma ilustradora sueca, conhecido principalmente por ser a autora dos livros dos Moomins. Cresceu no meio de uma família artística e estudou em Estocolmo na Academia de Belas-Artes Sueca. Escreveu e ilustrou o primeiro livro dos Moomins durante a II Guerra Mundial, Os Moomins e a Grande Inundação. Para além desta série de livros, Tove também ilustrou a edição sueca do Hobbit e de Alice no País das Maravilhas.

Entrevista com Eleanor Davis
Aqui na Biblioteca do João tivemos a sorte de conseguir entrevistar a ilustradora Eleanor Davis, que nos falou um pouco sobre si, a sua actividade e o seu dia-a-dia.
Obrigada Eleanor!
Olá Eleanor!
Olá Biblioteca do João!
Soubemos que eras de Tucson, no Arizona. Conta-nos um pouco sobre a tua terra-natal!
O Arizona é plano, quente e muito seco. É tão quente que no Verão podes fritar um ovo no capot de um carro! Talvez tenha sido por isso que quando era pequenina passava tanto tempo em casa, a desenhar.
Quando e como te apercebeste que querias ser ilustradora?
Desde os 7 anos que queria ser uma artista. Depois quis ser escritora, designer de cenários para teatros, matemática e tradutora. No final na minha adolescência voltei a querer ser artista. Mas foi apenas quando frequentei a minha escola de artes que me apercebi que talvez conseguisse mesmo ser boa nisso.
Quando é que o teu primeiro trabalho foi publicado?
O meu primeiro trabalho foi publicado quando eu tinha 19anos. Era uma pequena história numa antologia de mulheres cartoonistas chamada Scheherazade. Foi fantástico!
Que tipo de técnicas usas?
Normalmente trabalho com canetas de aparo. A minha caneta preferida é a maru-pen utilizado para desenhar manga. Costumo desenhar sobre papel Strathmore ou em papel para impressões quando trabalho com aguarela ou guache.
Qual é a tua principal fonte de inspiração?
Desenho muito no meu caderno de esboços para ter ideias novas. Converso com a familia e os amigos. Dou grandes passeios, ando de bicicleta e olho para as plantas. Ouço as noticias na rádio. Vejo filmes antigos e leio muitos livros e banda-desenhada. Também gosto muito de publicidade e design gráfico, especialmente de embalagens antigas.
Costumas ouvir música enquanto desenhas? Quem é o teu músico preferido?
Ouço sempre música enquanto desenho. Gosto de ouvir música enérgica com uma batida forte, porque me mantem concentrada. O meu músico preferido é a Karrin Deijer Andersson, dos The Knife.
O que costumas fazer no teu tempo-livre?
Passear, estar com os meus amigos, cozinhar, comer e ler.
Gostas de ler? Qual é o teu livro preferido?
Leio imenso! Em relação a livros infantis, gosto de tudo de Daniel Pinkwater, os livros dos Moomins da Tove Jansson, Swallows and Amazons, My Side of Mountains, My Father’s Dragon e assim por diante. Ultimamente tenho lido Tolstoy, Nabokov e Borges, que são para os mais crescidos. Quanto a banda-desenhada, adoro os livros da Joann Sfar, John Stanley, Jillian Tamaki, Vanessa Davis e Lynda Barry, apenas para nomear alguns. São demasiados! Mas se tivesse que escolher um só, diria que o meu livro preferido é Rumo ao Farol, de Virginia Woolf.
Quem é o teu ilustrador preferido?
Oh, são tantos! Mas talvez Tove Jansson, que escreveu e ilustrou os livros dos Moomins. Adorava as suas ilustrações quando era pequenina e continuo a adorar.
Qual é a coisa de que te lembras melhor de quando andavas na escola? Foi importante para o teu percurso enquanto ilustradora?
Eu frequentei uma escola experimental, onde os professores nos deixavam escolher o que queriamos aprender. Podiamos fazer o que quisessemos, desde que fizessemos alguma coisa interessante onde usássemos a nossa cabeça. Ajudou-me muito a aprender a motivar-me a mim mesma e a manter-me ocupada com as coisas que me motivam e desafiam.
E se quisessemos ser ilustradores como tu, que conselhos nos davas?
Desenhem o tempo inteiro e divirtam-se enquanto o fazem! Desenhem em diversos estilos. Se não estão contentes com a maneira como desenham alguma coisa, como mãos ou perspectiva, não evitem desenhá-lo – trabalhem nisso até conseguirem superar a vossa dificuldade. Sejam criticos, mas não negativos. Ou seja, olhem para os vossos pontos fracos pensando como os podem melhorar, mas não sejam demasiado duros convosco próprios. Orgulhem-se do vosso trabalho!
Muito obrigada pela tua entrevista Eleanor, ficámos muito contentes!
De nada Biblioteca do João,até à próxima!
Eleanour Davis
Eleanor Davis é uma ilustradora norte-americana nascida no Arizona. Cresceu rodeada de clássicos da banda-desenhada como Luluzinha, Krazy Kat, Little Nemo e Kinder Kids. Até ao 6º ano frequentou a Kino School e no secundário entrou no mundo das fanzines e dos mini-comics através de alguns dos seus amigos. Actualmente tem uma editora de banda-desenhada, Little House Comics, com o seu marido, continuando a trabalhar nas suas ilustrações. Deu também aulas na universidade a futuros artistas de banda-desenhada.
Podem acompanhar o seu trabalho aqui.
BLEXBOLEX
Blexbolex é um ilustrador francês, actualmente a residir em Berlim. Estudou serigrafia na Escola de Belas Artes de Angouléme. As suas ilustrações são inspiradas pelos filmes de Jacques Tati e de detectives dos anos 50 e 60.
Um dos seus livros, L’Imagier des Gens venceu o prémio do “Best Book Design of the World”, na Feira do Livro de Leipzig. Trabalhou também com a editora Nobrow.
N.C Wyeth
Newell Coners Wyeth, conhecido por N.C.Wyeth foi um ilustrador americano do inicio do séc. XX. Durante a sua vida criou cerca de 3000 pinturas e ilustrou cerca de 112 livros, sendo que o primeiro de todos, “A Ilha do Tesouro”, se tornou uma das suas obras-primas. Também trabalhou para publicidade, para clientes como a Coca-Cola e Lucky Strike.
Ivan Bilibin
Rússia, 1876-1942

Baba Yaga, de Vasilia the Beautiful, Ivan Bilibin

O Cavaleiro Vermelho, de Vasilia the Beautiful, Ivan Bilibin
Antonio Rubino
Itália, 1880-1964António Rubino foi um dos principais ilustradores e artistas de banda-desenhada italianos. Após terminar a sua formação em direito começou uma carreira no jornalismo e ilustração. O seu primeiro trabalho foi ilustrar o livro O Albatroz, de Alberto Colantuoni. Nos anos seguintes desenhou para revistas como Il Secolo XIX, Risorgimento Grafico, Il Giornalino della Domenica e La Letteratura.
A partir de 1908 trabalha para a revista Corriere dei Piccoli, onde em 1955 são publicadas as suas últimas criações.
Arquivos do Corriere dei Piccoli
Edmund Dulac
França, 1882-1953Começando por estudar direito, Edmund Dulac frequentava ao mesmo tempo aulas na Escola de Belas-Artes. Acabou por se dedicar totalmente à ilustração, e muda-se para Londres, onde é incumbido de ilustrar uma colectânea de trabalhos das irmãs Bronte. Associa-se à Leicester Gallery e à Hodder & Stoughton, ilustrando as Mil e Uma Noites, A Tempestade, de Shakspeare, A Bela Adormecida e Outros Contos de Fadas de Hans Christian Andersen, assim como poemas de Edgar Allan Poe. Depois da Primeira Guerra, as edições de livros ilustrados de luxo começaram a rarear e Dulac começou a trabalhar para jornais, em produções teatrais, publicidade e gráficos aplicados à publicidade e produto.
Kay Nielsen
Dinamarca, 1886-1957
East of the Sun, West of the Moon, Kay Nielsen
Charley Harper
Estados Unidos, 1922 – 2007
Charley Harper
Mai Miturich
Rússia, 1925-2008
Mai Miturich nasce em Moscovo, no seio de uma família artística. Aos 17 anos entra para o exército, onde aprende técnicas de desenho com outros artistas na frente. Em 1953, depois de ter sido desmobilizado acaba o seu curso no Polygraphic Institute, iniciando uma prolífica carreira durante a qual ilustrou livros de autores russos, mas também estrangeiros como Rudyard Kipling, Lewis Carrol, entre outros, usando técnicas como aguarela, litografia e serigrafia.
Kveta Pacovská
Praga, 1928
Pacovská é uma ilustradora checa, formada na Escola de Artes Aplicadas de Praga. Começou a sua carreira na década de 50, ilustrando contos dos irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen. Tem actualmente, mais de 60 livros publicados e já expôs em importantes museus e galerias. A sua obra é principlamente influenciada por artistas como Miró, Paul Klee e Kandinsky.
Ozamu Tezuka
Japão, 1928-1989
Tezuka é um dos grandes influenciadores do estilo de banda desenhada japonês actual. Inicialmente recusado pelo seu estilo e narrativas arrojadas para a época, que na década de 70 tratavam temas como a clonagem e as suas implicações na vida humana, acabou por se tornar um herói nacional. É o criador de obras como AstroBoy, Black Jack, ou “Kimba, o Leão Branco”, tendo também trabalhado em animação.
Stacey Rozich
Stacey é uma ilustradora natural de Seattle nos Estados Unidos. Estuda Ilustração no California College of Arts em São Francisco. O seu trabalho varia entre aguarelas e desenhos a guache inspirados no folclore norte-americano, e desenhos simples a caneta ou tinta-da-china.
Do livro - Babylon : Surreal Babies
Este livro foi editado por James Birch e consiste numa compilação de bizarros postais de bébés encontrados em feiras de antiguidades. Estes eram produzidos principlamente na Alemanha e estavam disponíveis por toda a Europa no início do séc. XX.
Artigo na Creative Review






























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há aqui imagens muito giras.
podiam fazer um concurso de desenho.
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